Agentes corporativos de IA já não são apenas automações: eles percebem contexto, consultam sistemas e executam ações em ambientes reais. Neste artigo, explicamos como implementar agentes com segurança, governança, observabilidade, controle de risco e rastreabilidade, evitando que a IA em produção se torne um passivo técnico, jurídico ou reputacional.
Em ambientes críticos — saúde, finanças, jurídico, seguros — o maior risco da IA não é errar um dado, mas derivar comportamento sem que ninguém perceba.